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Comprimir imagem online

Reduza o tamanho de JPG, PNG e WebP em segundos — com controle de qualidade, comparação antes/depois e sem enviar nada para a internet.

Escolha as imagens Toque ou clique para escolher — ou arraste para cá. No computador, dá para colar com Ctrl+V.
  • Nada é enviado
  • Grátis, sem cadastro
  • Remove EXIF
  • Vários arquivos

A foto saiu do celular com alguns megabytes e o destino quer menos: o anexo não vai, o formulário recusa, a página do site demora a abrir. O compressor do LivreImage usa o codificador do seu próprio navegador para regravar a imagem com a qualidade que você escolher. Quanto cada arquivo encolhe depende do conteúdo da foto, e por isso o card de resultado mostra o peso de antes, o de depois e a diferença em porcentagem.

Dica: para fotos, JPG ou WebP comprimem muito mais que PNG; reserve o PNG para capturas de tela e imagens com transparência. Use o botão Comparar em cada arquivo para conferir o antes e depois com a lupa deslizante. O porquê de cada escolha, com as fontes, está no guia como reduzir o tamanho de uma foto.

Como funciona

Comprimir é escolher um número e conferir o que ele custou na imagem. Os três passos abaixo são exatamente isso.

  1. Solte as imagens

    Clique para escolher, arraste para a área ou cole com Ctrl+V. Pode ser uma ou várias de uma vez: JPG, PNG, WebP, AVIF, HEIC de iPhone, GIF, BMP e SVG. Nada é processado no instante em que você solta — o painel abre e espera você decidir.

  2. Escolha o formato e a qualidade

    Em Auto, JPG sai JPG, PNG sai PNG e WebP sai WebP; HEIC, BMP e AVIF saem em JPG, GIF e SVG saem em PNG. Clique em JPG ou WebP para forçar compressão com perda e mova o controle de qualidade, que começa em 82 e vai de 30 a 100. Em PNG, BMP e ICO ele trava e mostra “sem perda” — esses formatos não têm ajuste de qualidade. Então clique em Gerar imagens.

  3. Confira no Comparar e baixe

    Cada resultado tem o botão Comparar: o antes e o depois na mesma moldura, com uma divisória que você arrasta de um lado para o outro. É ali que você vê se o número escolhido custou caro. A barra de baixo soma quanto foi economizado. Baixe um a um ou tudo em .zip; para tentar outro valor, mude e clique em Gerar novamente.

O que o número da qualidade quer dizer

Qualidade 82 não significa que sobraram 82% da imagem. O JPEG divide a foto em blocos de 8 por 8 pixels e descreve cada bloco por frequências. O número controla a grossura do arredondamento aplicado a essas frequências: o que não sobrevive ao arredondamento não vai para o arquivo.

A escala não é linear, e o topo dela custa caro. A documentação do libjpeg, uma implementação de referência do padrão JPEG, avisa que acima de 95 o arquivo cresce de forma drástica para um ganho que raramente se vê, e que mesmo em 100 ainda há perda. Para fotografia ela indica ficar entre 50 e 95. Aqui o número segue para o codificador do seu navegador, que decide sozinho os demais detalhes; por isso o mesmo valor pode dar pesos diferentes em navegadores diferentes.

Como ponto de partida, a nossa sugestão é a lista abaixo; quem decide é o Comparar.

  • 90 a 95: foto que ainda vai ser recortada, editada ou impressa.
  • 80 a 85: uso geral — site, anexo, portfólio. É onde o controle começa.
  • 50 a 75: quando o peso importa mais que o detalhe, e é foto, não texto.
  • abaixo de 50: fora da faixa que a documentação do libjpeg indica para fotografia; só miniatura e pré-visualização.

Onde o defeito aparece primeiro

A imagem não piora por igual. O que aparece primeiro são as bordas duras sobre cor lisa — letra, logotipo, print de tela. A MDN descreve o defeito como borrão e franjas coloridas em volta do texto, e o web.dev aponta o texto colorido sobre fundo liso como o caso mais sujeito a ele, porque o JPEG guarda a cor em resolução menor que o brilho.

Em fotografia cheia de textura — grama, cabelo, tecido, folhagem — o mesmo defeito se mistura ao detalhe e passa despercebido com mais facilidade. No Comparar, arraste a divisória até as bordas e as letras, não até o meio da imagem: é ali que a escolha do número aparece.

Quando o JPG ganha do PNG, e quando perde

PNG é sem perda: guarda cada pixel exatamente e economiza achando repetição. Foto não tem repetição, então o PNG guarda quase tudo e o arquivo fica enorme. O JPG faz o oposto: descarta o que o olho não cobra.

O contrário também vale. Print de tela, interface, gráfico e logotipo são poucas cores chapadas e muitas bordas duras — justamente onde a perda do JPEG mais aparece. Para esse tipo de imagem a MDN recomenda compressão sem perda. Qual das duas saídas fica mais leve, só o card responde: gere em PNG e em JPG e compare os pesos.

Quando existe transparência, um detalhe decide por você: JPG não tem canal alfa, e aqui a área transparente é preenchida de branco antes de gravar. Se o transparente precisa continuar transparente, a saída é PNG ou WebP. O WebP guarda a transparência e aceita o controle de qualidade; se vai para formulário ou sistema antigo, confira antes se o destino aceita .webp.

Por que às vezes o arquivo não encolhe

O primeiro motivo a conferir é a saída ter ficado em um formato sem perda. Em PNG, BMP e ICO o controle de qualidade fica travado: a imagem é decodificada e gravada de novo pelo navegador, e o LivreImage não tem otimizador de PNG. O resultado pode sair maior que a entrada, e o card mostra isso com um sinal de mais na porcentagem. Em BMP a gravação é sem compressão nenhuma, 3 bytes por pixel. A saída é clicar em JPG ou WebP.

O segundo motivo é pedir qualidade acima da que o arquivo já tem. Recodificar em 100 um JPG salvo em 70 não devolve nada: os defeitos do primeiro salvamento viraram conteúdo e serão descritos com capricho. Qualidade alta preserva o que existe, não recupera o que foi embora.

O terceiro é a origem comprimir melhor que o destino. A Apple informa que o HEIF, o formato das fotos HEIC do iPhone, comprime melhor que o JPEG com a mesma qualidade visual, e a MDN diz o mesmo do AVIF; convertidos para JPG, é normal engordarem — vale testar WebP antes de desistir. E GIF animado é caso à parte: só o primeiro quadro é lido, e o resultado sai parado, em PNG.

Quando outra página resolve melhor

Esta página serve para escolher o número olhando o resultado. Em quatro casos, vá para outro lugar.

  • Peso exato exigido: as páginas de alvo, de 20 KB a 1 MB, não perguntam a qualidade — procuram a maior, de 50 para cima, que cabe no limite e, se nem a 50 couber, reduzem as dimensões em passos de 15%.
  • Imagem grande demais em pixels: o campo Largura máxima está neste mesmo painel e tira pixels antes da compressão — metade da largura e da altura deixa um quarto deles. A página Redimensionar é para quando o número que importa é a medida final, não o peso.
  • Sobra cenário nas bordas: o recorte quadrado pega a maior área central em 1:1 e nunca estica a imagem — mas é central e automático, não dá para escolher a região à mão.
  • Foto indo para o WhatsApp: segundo a Central de Ajuda do WhatsApp, consultada em setembro de 2026, fotos enviadas como mídia são comprimidas pelo aplicativo. O guia enviar fotos sem perder qualidade mostra as opções; a página de 1 MB já chega com o alvo ligado.

Perguntas frequentes

Qual qualidade devo escolher?

Comece em 82, o valor em que o controle abre, gere e leia no card o peso de antes e o de depois. Para fotografia, a documentação do libjpeg indica ficar entre 50 e 95; acima de 95 o arquivo cresce muito e o ganho raramente se vê. Quem decide é o botão Comparar.

Por que meu PNG quase não diminui?

PNG é um formato sem perdas: ele não descarta informação. Para fotos, converter para JPG ou WebP reduz muito mais. Reserve o PNG para capturas de tela, gráficos e imagens com transparência.

Comprimir de novo uma imagem já comprimida piora?

Piora. Cada recompressão em JPG descarta mais informação, e o efeito se acumula. Sempre que possível, parta do arquivo original.

Preciso de um tamanho exato em KB?

Use as páginas de alvo — 20, 50, 100, 200, 300 e 500 KB e 1 MB. Elas buscam a maior qualidade que ainda cabe no limite, em vez de simplesmente reduzir até caber.

Reduzir a largura ajuda mais que reduzir a qualidade?

São coisas diferentes. Metade da largura e da altura deixa um quarto dos pixels para guardar, sem mexer na qualidade de cada um; a orientação do web.dev é começar por aí, entregando a imagem no tamanho em que ela será exibida. Quanto isso rende em bytes depende da foto: digite a Largura máxima, gere e leia o card.

Dá para comprimir várias imagens de uma vez?

Dá. Adicione todas, gere e baixe uma a uma ou em um .zip. Cada arquivo é processado no seu aparelho.

Existe compressão sem perder absolutamente nada?

Não nesta página. Sem perda só existe em PNG, BMP e ICO, e aqui esses formatos são apenas regravados — não há otimizador de PNG, então a economia pode ser zero ou negativa. Em JPG e WebP sempre há perda: a meta é que ela fique abaixo do que o olho nota. É para isso que serve o botão Comparar.

Por que a foto de iPhone não aparece no lado “antes” do Comparar?

Porque a página não monta a pré-visualização do arquivo HEIC original. Ela carrega um decodificador na primeira foto HEIC da sessão e converte a imagem antes de comprimir, então os dois lados da divisória mostram o resultado. Nesse caso, julgue pelo peso no card e abra o arquivo baixado no visualizador do sistema.

A compressão altera as cores da imagem?

A borda entre cores fica menos precisa, porque o JPEG guarda a cor em resolução menor que o brilho. Em fotografia isso costuma passar despercebido; em texto colorido sobre fundo liso aparece como franja. Confira no Comparar, ampliando uma borda colorida.

Dá para usar qualidades diferentes para cada imagem do lote?

Não. O painel vale para a lista inteira, e clicar em Gerar aplica o mesmo formato e a mesma qualidade a todos os arquivos. Se um deles precisa de outro valor, processe em duas rodadas.

Quero “diminuir o tamanho” da foto: esta página mexe no peso ou nos pixels?

No peso. “Tamanho” pode ser o espaço que o arquivo ocupa, em KB ou MB, ou as dimensões da imagem, em pixels — e são controles diferentes. Formulário, e-mail e aplicativo limitam peso; layout, tela e impressão limitam pixels. Aqui você ajusta qualidade e formato; para mudar largura e altura, use a página de redimensionar, lembrando que metade da largura e da altura deixa um quarto dos pixels.

Pediram a foto em 300 DPI. Comprimir muda isso?

Não, e nem precisa. DPI é só uma anotação dentro do arquivo dizendo em que densidade ele deveria ser impresso; não cria nem apaga pixel. O que decide a nitidez impressa é a conta pixels por polegada: 1200 px de largura impressos em 10 cm dão perto de 300, os mesmos 1200 px esticados em 30 cm caem para 100. Comprimir mantém os pixels. A anotação original não é copiada, e a MDN informa que a imagem gerada pelo navegador sai marcada com 96 dpi nos formatos que guardam esse dado; se alguém exigir o campo preenchido, isso se ajusta no programa de impressão, não aqui.

Para entender melhor

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