Comprimir imagem online
Reduza o tamanho de JPG, PNG e WebP em segundos — com controle de qualidade, comparação antes/depois e sem enviar nada para a internet.
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- Nada é enviado
- Grátis, sem cadastro
- Remove EXIF
- Vários arquivos
Fotos de celular passam fácil de 4 MB — pesadas demais para e-mail, formulários, sites e WhatsApp. O compressor do LivreImage usa o motor gráfico do seu próprio navegador para reescrever a imagem com qualidade ajustável: na faixa de 80 a 85, o arquivo costuma encolher mais de 70% sem diferença visível.
Dica: para fotos, JPG ou WebP comprimem muito mais que PNG; reserve o PNG para capturas de tela e imagens com transparência. Use o botão Comparar em cada arquivo para conferir o antes e depois com a lupa deslizante.
Como funciona
Comprimir é escolher um número e conferir o que ele custou na imagem. Os três passos abaixo são exatamente isso.
Solte as imagens
Clique para escolher, arraste para a área ou cole com Ctrl+V. Pode ser uma ou várias de uma vez: JPG, PNG, WebP, AVIF, HEIC de iPhone, GIF, BMP e SVG. Nada é processado no instante em que você solta — o painel abre e espera você decidir.
Escolha o formato e a qualidade
Em Auto, JPG sai JPG, PNG sai PNG e WebP sai WebP; HEIC, BMP e AVIF saem em JPG, GIF e SVG saem em PNG. Clique em JPG ou WebP para forçar compressão com perda e mova o controle de qualidade, que começa em 82 e vai de 30 a 100. Em PNG, BMP e ICO ele trava e mostra “sem perda” — esses formatos não têm ajuste de qualidade. Então clique em Gerar imagens.
Confira no Comparar e baixe
Cada resultado tem o botão Comparar: o antes e o depois na mesma moldura, com uma divisória que você arrasta de um lado para o outro. É ali que você vê se o número escolhido custou caro. A barra de baixo soma quanto foi economizado. Baixe um a um ou tudo em .zip; para tentar outro valor, mude e clique em Gerar novamente.
O que o número da qualidade quer dizer
Qualidade 82 não significa que sobraram 82% da imagem. O JPEG divide a foto em blocos de 8 por 8 pixels e descreve cada bloco por frequências. O número controla a grossura do arredondamento aplicado a essas frequências: o que não sobrevive ao arredondamento não vai para o arquivo.
A escala não é linear. De 100 para 90 o peso despenca e quase nada aparece; de 60 para baixo, cada passo cobra algo visível. Há ainda um detalhe do navegador: nos baseados em Chromium, a cor só é gravada em resolução total quando a qualidade é exatamente 100. Por isso subir de 92 para 100 engorda muito o arquivo — e só rende em texto colorido e desenho chapado. O Firefox faz esse mesmo corte mais cedo, perto de 90.
- 90 a 95: foto que ainda vai ser recortada, editada ou impressa.
- 80 a 85: uso geral — site, anexo, portfólio. É onde o controle começa.
- 65 a 75: quando o peso importa mais que o detalhe, e é foto, não texto.
- abaixo de 60: só miniatura e pré-visualização.
Onde o defeito aparece primeiro
A imagem não piora por igual, e a ordem é sempre a mesma. Primeiro quebram as bordas duras sobre cor lisa — letra, logotipo, print de tela: um chuvisco em volta dos caracteres, um halo fino no contorno. Depois vêm os degradês suaves, como céu e fundo de estúdio: área lisa é descrita por pouquíssimos coeficientes, e a transição vira faixa. Em terceiro, o vermelho saturado escorre para o pixel vizinho.
O que mais aguenta é textura: grama, cabelo, tecido, folhagem — ruído natural esconde ruído de compressão. Por isso uma paisagem sobrevive a 70 e a foto de um documento não. No Comparar, arraste a divisória até esses pontos, não até o meio da imagem.
Quando o JPG ganha do PNG, e quando perde
PNG é sem perda: guarda cada pixel exatamente e economiza achando repetição. Foto não tem repetição, então o PNG guarda quase tudo e o arquivo fica enorme. O JPG faz o oposto: descarta o que o olho não cobra.
O contrário também vale. Print de tela, interface, gráfico e logotipo são poucas cores chapadas e muitas bordas duras — as duas coisas que o JPEG faz pior. Aí o PNG costuma sair menor que o JPG do mesmo conteúdo, e sem chuvisco no texto.
Quando existe transparência, um detalhe decide por você: JPG não tem canal alfa, e aqui a área transparente é preenchida de branco antes de gravar. Se o transparente precisa continuar transparente, a saída é PNG ou WebP. O WebP faz os dois papéis e costuma vencer o PNG em imagem chapada; se o destino aceita .webp, é a melhor saída daqui — se vai para formulário ou sistema antigo, fique no JPG.
Por que às vezes o arquivo não encolhe
O motivo mais comum é a saída ter ficado em um formato sem perda. Em PNG, BMP e ICO o controle de qualidade fica travado, e a imagem é regravada pixel a pixel, sem as otimizações que o arquivo original podia ter — paleta indexada, por exemplo. O resultado pode sair maior que a entrada. Em BMP sai sempre, porque BMP não comprime. A saída é clicar em JPG ou WebP.
O segundo motivo é pedir qualidade acima da que o arquivo já tem. Recodificar em 100 um JPG salvo em 70 não devolve nada: os defeitos do primeiro salvamento viraram conteúdo e serão descritos com capricho. Qualidade alta preserva o que existe, não recupera o que foi embora.
O terceiro é a origem comprimir melhor que o destino. HEIC e AVIF entregam a mesma aparência em menos bytes que o JPEG; convertidos para JPG, é normal engordarem — vale testar WebP antes de desistir. E GIF animado é caso à parte: só o primeiro quadro é lido, e o resultado sai parado, em PNG.
Quando outra página resolve melhor
Esta página serve para escolher o número olhando o resultado. Em quatro casos, vá para outro lugar.
- Peso exato exigido: as páginas de alvo, de 20 KB a 1 MB, não perguntam a qualidade — testam valores até achar o maior que cabe no limite e, se nem no mínimo couber, reduzem as dimensões.
- Imagem grande demais em pixels: o campo Largura máxima está neste mesmo painel e derruba o peso mais que qualquer ajuste de qualidade; a página Redimensionar é para quando o número que importa é a medida final, não o peso.
- Sobra cenário nas bordas: o recorte quadrado pega a maior área central em 1:1 e nunca estica a imagem — mas é central e automático, não dá para escolher a região à mão.
- Foto indo para o WhatsApp ou outro aplicativo de mensagem: a página de 1 MB já chega com o alvo ligado e explica o que o aplicativo faz com a imagem no envio.
Perguntas frequentes
Qual qualidade devo escolher?
Entre 80 e 85 para fotos: a redução costuma passar de 70% e a diferença é imperceptível na tela. Abaixo de 60 os artefatos começam a aparecer em áreas de céu e pele.
Por que meu PNG quase não diminui?
PNG é um formato sem perdas: ele não descarta informação. Para fotos, converter para JPG ou WebP reduz muito mais. Reserve o PNG para capturas de tela, gráficos e imagens com transparência.
Comprimir de novo uma imagem já comprimida piora?
Piora. Cada recompressão em JPG descarta mais informação, e o efeito se acumula. Sempre que possível, parta do arquivo original.
Preciso de um tamanho exato em KB?
Use as páginas de alvo — 50, 100, 200, 500 KB e 1 MB. Elas buscam a maior qualidade que ainda cabe no limite, em vez de simplesmente reduzir até caber.
Reduzir a largura ajuda mais que reduzir a qualidade?
Em fotos grandes, ajuda muito mais. O peso cai de forma quadrática com a largura: metade da largura significa cerca de um quarto do arquivo, com aparência bem melhor.
Dá para comprimir várias imagens de uma vez?
Dá. Adicione todas, gere e baixe uma a uma ou em um .zip. Cada arquivo é processado no seu aparelho.
Existe compressão sem perder absolutamente nada?
Não nesta página. Sem perda só existe em PNG, BMP e ICO, e aqui esses formatos são apenas regravados — não há otimizador de PNG, então a economia pode ser zero ou negativa. Em JPG, WebP e AVIF sempre há perda: a meta é que ela fique abaixo do que o olho nota. É para isso que serve o botão Comparar.
Por que a foto de iPhone não aparece no lado “antes” do Comparar?
Porque o navegador não exibe HEIC. A página carrega um decodificador na primeira foto HEIC da sessão e converte a imagem antes de comprimir, então os dois lados da divisória mostram o resultado. Nesse caso, julgue pelo peso no card e abra o arquivo baixado no visualizador do sistema.
A compressão altera as cores da imagem?
O tom não muda, mas a borda entre cores fica menos precisa, porque a cor é guardada em resolução menor que o brilho. Há um efeito colateral a saber: o arquivo gerado sai em sRGB, então uma foto tirada em espaço de cor amplo, como Display P3, pode ficar um pouco menos saturada.
Dá para usar qualidades diferentes para cada imagem do lote?
Não. O painel vale para a lista inteira, e clicar em Gerar aplica o mesmo formato e a mesma qualidade a todos os arquivos. Se um deles precisa de outro valor, processe em duas rodadas.
Quero “diminuir o tamanho” da foto: esta página mexe no peso ou nos pixels?
No peso. “Tamanho” pode ser o espaço que o arquivo ocupa, em KB ou MB, ou as dimensões da imagem, em pixels — e são controles diferentes. Formulário, e-mail e aplicativo limitam peso; layout, tela e impressão limitam pixels. Aqui você ajusta qualidade e formato; para mudar largura e altura, use a página de redimensionar, lembrando que metade da largura dá cerca de um quarto do peso.
Pediram a foto em 300 DPI. Comprimir muda isso?
Não, e nem precisa. DPI é só uma anotação dentro do arquivo dizendo em que densidade ele deveria ser impresso; não cria nem apaga pixel. O que decide a nitidez impressa é a conta pixels por polegada: 1200 px de largura impressos em 10 cm dão perto de 300, os mesmos 1200 px esticados em 30 cm caem para 100. Comprimir mantém os pixels e descarta a marcação de DPI junto com os metadados; se alguém exigir o campo preenchido, isso se ajusta no programa de impressão, não aqui.