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Converter PNG para JPG

PNGs grandes demais para enviar? Converta para JPG e reduza o tamanho drasticamente — áreas transparentes recebem fundo branco automaticamente.

Escolha as imagens Toque ou clique para escolher — ou arraste para cá. No computador, dá para colar com Ctrl+V.
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  • Grátis, sem cadastro
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  • Vários arquivos

PNG é um formato sem perdas — perfeito para capturas de tela, péssimo para fotos: o mesmo conteúdo pode pesar 5 a 10 vezes mais que em JPG. Converta em lote e ajuste a qualidade para equilibrar tamanho e nitidez.

Como o JPG não suporta transparência, qualquer área transparente do PNG recebe fundo branco no resultado. Se precisar manter a transparência com arquivo pequeno, prefira o WebP.

Como funciona

O JPG já está escolhido. O passo do meio é o que decide se você vai economizar 90% ou estragar a imagem.

  1. Adicione os PNG

    Uma imagem ou a pasta inteira. Exportações de Figma, Canva e Photoshop saem em PNG por padrão, e é daí que vêm os arquivos de dezenas de megabytes que não passam em formulário nenhum.

  2. Olhe o conteúdo antes de escolher a qualidade

    A barra começa em 82. Foto ou arte com degradê aguenta bem a faixa de 80 a 85. Captura de tela com texto pequeno, planilha ou gráfico de linha fina precisa de 92 para cima — ou de outro formato.

  3. Compare antes e depois, e só então baixe

    Cada arquivo abre um comparador com divisória arrastável. Olhe as bordas do texto e as áreas de cor lisa: é ali que o JPG falha primeiro. Se estiver bom, baixe um a um ou tudo em um .zip.

Não é o PNG que é pesado — é o que está dentro dele

A frase pronta diz que PNG é grande e JPG é pequeno. A frase certa é outra: o PNG comprime repetição, e o JPG comprime aquilo que o olho não vê.

Uma captura de tela de planilha é quase toda branca, com linhas iguais se repetindo. O PNG guarda isso em pouquíssimos bytes e devolve nítido. Uma fotografia de paisagem não tem repetição nenhuma — cada pixel é um pouco diferente do vizinho — e o PNG acaba gravando quase tudo, sem economia.

Por isso a mesma conversão pode cortar 90% de uma foto exportada em PNG e cortar quase nada de um ícone de poucas cores. Antes de converter, olhe a imagem e pergunte se ela tem grandes áreas de cor chapada. Se tiver muitas, você está prestes a trocar nitidez por muito pouco espaço.

Captura de tela com texto: o caso em que o JPG estraga

O JPG foi desenhado para fotografia. Ele divide a imagem em blocos e descarta variação fina de cor, apostando que ninguém vai notar. Em pele, céu e folhagem a aposta é ótima. Em texto preto sobre fundo branco, ela falha do jeito mais visível possível.

O sintoma tem nome popular: chuvisco. Aparece uma sujeirinha cinza rente às letras, o traço ganha um halo e a linha de um gráfico fica com contorno fantasma. Aberto em tamanho real é gritante, e piora se alguém depois recortar e reenviar o arquivo, porque a compressão se acumula.

Se o seu PNG é print de conversa, comprovante, documento, código ou painel de dados, há três saídas melhores do que baixar a qualidade: manter o PNG; converter para WebP, que segura borda dura bem melhor que o JPG no mesmo peso; ou reduzir a largura em vez de comprimir mais. Para essa última, use a página de redimensionar — o campo de largura fica lá, não neste conversor.

O fundo transparente vira branco, e não tem volta

JPG não tem canal de transparência. Toda área transparente do PNG é preenchida com branco puro antes de gravar. Em logotipo sobre página branca ninguém percebe; em qualquer outro contexto, percebe.

Os dois desastres típicos: um desenho de linha branca, muito comum em logo feito para fundo escuro, some dentro do branco novo; e uma borda suavizada, desenhada para se misturar a um fundo colorido, ganha um contorno claro que você só vai enxergar quando colocar a imagem sobre outra cor.

O ponto que custa caro é este: o branco é definitivo. Não existe converter de volta e recuperar o recorte. Guarde o PNG original antes de substituir o arquivo em qualquer lugar.

Quando o objetivo é um número

Boa parte de quem busca converter PNG para JPG na verdade quer caber num limite: 2 MB no formulário, 5 MB no anexo, 500 KB no painel. Esta página não persegue número — ela aplica a qualidade que você escolheu e mostra quanto deu.

Para mirar um peso, o site tem páginas dedicadas que trabalham ao contrário: elas testam qualidades por busca binária até achar a maior que ainda cabe no alvo e, se nem na mais baixa couber, começam a reduzir a dimensão da imagem em passos até caber. É a mesma máquina com outro objetivo — e é ela que você quer quando o requisito veio escrito em KB ou MB.

Perguntas frequentes

O que acontece com a transparência?

JPG não suporta transparência. Áreas transparentes são preenchidas com branco. Se precisar mantê-las, use WebP como saída.

Quanto o arquivo diminui?

Em fotos, tipicamente 80 a 90%. Em gráficos simples com poucas cores, bem menos — e às vezes o PNG original já é menor.

Quando NÃO devo converter para JPG?

Quando a imagem for texto, captura de tela, logotipo ou gráfico com bordas nítidas. JPG borra bordas de alto contraste; PNG as mantém limpas.

A conversão é reversível?

Não. Voltar para PNG preserva o resultado já comprimido, mas não recupera a informação descartada pelo JPG.

Serve para diminuir capturas de tela?

Só se a captura for de conteúdo fotográfico. Capturas com texto ficam melhores e frequentemente menores em PNG.

Converti e o JPG ficou maior que o PNG. Como isso é possível?

Acontece com imagens de poucas cores e áreas chapadas: ícones, logotipos, desenhos simples, capturas de tela limpas. Nesses casos a compressão sem perdas do PNG é mais eficiente que a do JPG, que ainda gasta bytes descrevendo detalhe que nem existe na imagem. Quando isso acontecer, a resposta é simples: fique com o PNG.

Existe algum lugar que não abre PNG e abre JPG?

Praticamente não. PNG é lido por todo sistema operacional, todo navegador e todo editor há décadas. Se a sua conversão não é motivada por peso nem por uma exigência escrita do destino, ela provavelmente não é necessária — e você estaria trocando qualidade por nada.

O sistema pede JPG e recusou o meu arquivo mesmo assim. Por quê?

Na maioria das vezes a recusa não é de formato. Confira o limite de peso, o limite de dimensão em pixels e a exigência exata de extensão: alguns sistemas aceitam .jpg e rejeitam .jpeg, embora seja o mesmo formato. Os arquivos gerados aqui saem sempre com extensão .jpg.

Usei a mesma qualidade em vinte imagens e o peso final saiu muito diferente entre elas. Está certo?

Está. A qualidade é um parâmetro de compressão, não um tamanho de arquivo: ela diz quanto detalhe pode ser descartado, e quantos bytes isso rende depende de cada imagem. Uma foto cheia de textura em qualidade 85 pode sair dez vezes maior que uma foto de fundo liso na mesma qualidade.

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